Veja a diferença clínica

Os Estudos PARTNER representam o maior e mais rigoroso corpo comparativo de evidências na história da substituição valvar aórtica, com >10.000 pacientes estudados.

*As taxas clínicas não ajustadas de 30 dias da coorte de alto risco do Estudo PARTNER II para TAVR com a válvula SAPIEN 3, população AT (n=1.077).

Baixa mortalidade por todas as causas e acidente vascular cerebral incapacitante

TAVR com a válvula SAPIEN demonstrou taxas 75% menores de mortalidade e acidente vascular cerebral incapacitante em 30 dias em comparação com a cirurgia.

As taxas de eventos clínicos não ajustadas da coorte de alto risco do Estudo PARTNER II, população AT.

A válvula na qual você confia está agora disponível para mais pacientes

A válvula SAPIEN é a única válvula aprovada para procedimentos de válvula-em-válvula devido à falha de uma válvula aórtica ou mitral cirúrgica.

Aórtica

Mitral

Design da válvula transformacional

Clique na animação abaixo para reproduzir o vídeo:

 
Coorte de válvula SAPIEN 3 de alto risco do Estudo PARTNER II (VARC II) versus coorte de válvula SAPIEN XT de alto risco do Estudo PARTNER IIA (VARC I) resultados de 30 dias.
*Coorte de válvula SAPIEN 3 de alto risco do Estudo PARTNER II, vazamento paravalvar avaliado pelo laboratório central em 30 dias, n = 1.106
 
 

Gama completa de tamanhos de válvulas e vias de acesso expande a população de pacientes tratáveis

Biblioteca de vídeos

*Coorte de válvula SAPIEN de alto risco do Estudo PARTNER II.
Coorte de válvula SAPIEN de alto risco do Estudo PARTNER II, vazamento paravalvar avaliado pelo laboratório central em 30 dias, n=1.106
Coorte de válvula SAPIEN de alto risco do Estudo PARTNER II (VARC II) versus coorte de válvula SAPIEN XT (VARC I) resultados de 30 dias.
Recursos e eventos

Próximos eventos

27 de jan.

STS de 27 a 31 de janeiro — Fort Lauderdale, FL A STS exibe apresentações de áreas de especialidade cardiotorácica, incluindo representações internacionais, com resumos sobre terapia baseada em cateter e novas tecnologias. Visite o site da conferência

3 de mar.

CRT de 3 a 6 de março — Washington, DCA CRT apresenta a oportunidade de compartilhar ideias, colaborar em soluções de cardiologia intervencionista, receber treinamento em cardiologia intervencionista e fazer contatos com outros profissionais. Visite o site da conferência

10 de mar.

ACC de 10 a 12 de março — Orlando, FL A ACC oferece aos profissionais da área cardiovascular oportunidades para se manterem atualizados com os mais recentes avanços e práticas de cuidados com o coração e medicina cardiovascular. Visite o site da conferência

12 de abr.

CRF Fellows de 12 a 15 de abril — Orlando, FL Vivencie palestras, painéis de discussão de casos clínicos e temas importantes em cardiologia intervencionista, e revisões angiográficas interativas de casos desafiadores. Visite o site da conferência

25 de abr.

De 25 a 28 de abril SCAI — San Diego, CA A SCAI sedia a reunião anual de Cardiologia Intervencionista, onde haverá uma impressionante lista de palestrantes e casos educacionais de todos os EUA que desafiarão e motivarão você a se concentrar em salvar e melhorar vidas. Visite o site da conferência

28 de abr.

AATS de 28 de abril a 1º de maio — San Diego, CA Junte-se a cirurgiões cardiotorácicos de todo o mundo para aprimorar seus conhecimentos e habilidades em uma ampla gama de assuntos, incluindo cirurgia cardíaca geral e especializada, tecnologias emergentes, cardiopatias congênitas, cuidados intensivos e cirurgia da aorta/endovascular. Visite o site da conferência

17 de jun.

C3 de 17 a 20 de junho — Orlando, FL A Conferência anual de Terapias Complexas de Cateter Cardiovascular exibe apresentações e debates com professores especialistas globais, casos ao vivo e pré-gravados, simpósios, estandes e simulações, sessões de pôsteres, apresentações de casos e workshops práticos. Visite o site da conferência

21 de jun.

TVT de 21 a 23 de junho — Chicago, IL Vivencie a Conferência TVT, que oferecerá uma combinação dos melhores professores internacionais, casos educacionais ao vivo e novas ideias interessantes sobre os tópicos de reparo e substituição de válvulas transcateter. Visite o site da conferência

5 de set.

PICS/AICS de 5 a 9 de setembro — Las Vegas, NV A PICS/AICS é uma conferência clinicamente focada, com sessões sobre cardiopatias congênitas e estruturais, bem como demonstrações de casos ao vivo de todo o mundo. Visite o site da conferência

21 de set.

TCT de 21 a 25 de setembro - San Diego, CA A TCT oferece uma visão sobre temas de intervenção e conteúdo educacional de ponta, estandes informativos, um amplo painel de palestrantes e discussões sobre as mais recentes terapias e pesquisas clínicas. Visite o site da conferência

Produto para Saúde autorizado no Brasil pela ANVISA - Registro No 80219050163 (Certitude) / 80219050159 (Commander)

Informações importantes sobre segurança

Válvula Cardíaca Transcateter SAPIEN 3 da Edwards com os Sistemas de Administração Commander e Certitude da Edwards

Informações importantes sobre segurança

Válvula Cardíaca Transcateter SAPIEN 3 da Edwards com os Sistemas de Administração Commander e Certitude da Edwards

Indicações: A válvula cardíaca transcateter SAPIEN 3 da Edwards, modelo 9600TFX, e acessórios são indicados para alívio de estenose aórtica em pacientes com doença cardíaca sintomática devido a estenose aórtica nativa calcificada grave, julgados por uma equipe cardíaca, incluindo um cirurgião cardíaco, enquadrados em risco intermediário ou risco maior de terapia cirúrgica aberta (isto é, risco previsto de mortalidade cirúrgica de ≥3% aos 30 dias, com base na pontuação de risco da Sociedade de Cirurgiões Torácicos (STS) e outras comorbidades clínicas não mensuradas pelo calculador de risco da STS); e também são indicados para pacientes com doença cardíaca sintomática devido a falha (estenose, insuficiente ou combinada) de uma bioprótese cirúrgica valvar aórtica ou mitral, julgados por uma equipe cardíaca, incluindo um cirurgião cardíaco, enquadrados em alto risco ou risco superior de terapia cirúrgica aberta (isto é, risco previsto de mortalidade cirúrgica de ≥incluindo um cirurgião cardíaco, enquadrados em alto risco ou risco superior de terapia cirúrgica aberta (isto é, risco previsto de mortalidade cirúrgica de 8% aos 30 dias, com base na pontuação de risco da STS e outras comorbidades clínicas não mensuradas pelo calculador de risco da STS).

Contraindicações: A válvula e os sistemas de administração são contraindicados em pacientes que não toleram um regime anticoagulante/antiplaquetário ou que tenham endocardite bacteriana ativa ou outras infecções ativas.

Advertências: A observação do eletrodo de estimulação durante todo o procedimento é essencial para evitar o risco potencial de perfuração pelo eletrodo de estimulação. Pode existir um maior risco de derrame nos procedimentos de substituição de válvula aórtica transcateter, em comparação com a valvoplastia aórtica com balão ou outros tratamentos padrão em pacientes de alto risco ou risco superior. O dimensionamento incorreto da válvula pode levar a vazamento paravalvar, migração, embolização, gradiente residual (incompatibilidade paciente-prótese) e/ou ruptura anelar. A deterioração acelerada da válvula pode ocorrer em pacientes com um metabolismo de cálcio alterado. Antes da administração, a válvula deve permanecer hidratada em todos os momentos, e não pode ser exposta a soluções que não sejam a solução de armazenamento para transporte e solução fisiológica de enxágue estéril. Os folhetos da válvula mal manuseados ou danificados durante qualquer parte do procedimento requerem a substituição da válvula. Deve-se ter cautela ao implantar uma válvula em pacientes com doença arterial coronariana clinicamente significativa.

Pacientes com biopróteses preexistentes devem ser cuidadosamente avaliados antes da implantação da válvula para garantir o posicionamento e a implantação adequados da válvula. Não use a válvula se o selo inviolável estiver quebrado, a solução de armazenamento não cobrir completamente a válvula, o indicador de temperatura tiver sido ativado, a válvula estiver danificada ou o prazo de validade tiver expirado. Não manuseie incorretamente o sistema de administração, nem use-o se a embalagem ou quaisquer componentes não estiverem estéreis, tiverem sido abertos ou estiverem danificados (por exemplo, dobrados ou esticados), ou se o prazo de validade tiver expirado. O uso de meio de contraste excessivo pode levar a falência renal. Medir o nível de creatinina do paciente antes do procedimento. O uso do meio de contraste deve ser monitorado. Pode ocorrer lesão do paciente se o sistema de administração não for desflexionado antes da remoção. Deve-se ter cuidado em pacientes com hipersensibilidade ao cobalto, níquel, cromo, molibdênio, titânio, manganês, silício e/ou materiais poliméricos. O procedimento deve ser conduzido sob orientação fluoroscópica. Alguns procedimentos orientados por fluoroscopia estão associados a um risco de lesão por radiação na pele. Essas lesões podem ser dolorosas, desfigurantes e duradouras. Os receptores de válvula devem ser mantidos sob terapia anticoagulante/antiplaquetária, exceto quando contraindicado, conforme determinado pelo seu médico. Este dispositivo não foi testado para uso sem anticoagulação. Não adicione ou aplique antibióticos à solução de armazenamento, à solução de enxágue ou à válvula. A valvoplastia com balão deve ser evitada no tratamento de biopróteses com falha, pois isso pode resultar em embolização do material da bioprótese e ruptura mecânica dos folhetos valvares.

Precauções: A segurança, a eficácia e a durabilidade não foram estabelecidas para procedimentos de THV-em-THV. A durabilidade a longo prazo não foi estabelecida para a válvula. Acompanhamento médico regular é aconselhado para avaliar o desempenho da válvula. O glutaraldeído pode causar irritação da pele, olhos, nariz e garganta. Evitar exposição prolongada ou repetida à solução, ou respiração da solução. Usar apenas com ventilação adequada. Se ocorrer contato com a pele, lave imediatamente a área afetada com água; em caso de contato com os olhos, procure atendimento médico imediato. Para mais informações sobre a exposição ao glutaraldeído, consulte a Ficha Técnica de Segurança, disponibilizada pela Edwards Lifesciences. Para manter a coaptação apropriada dos folhetos da válvula, não infle em excesso o balão de posicionamento. Recomenda-se profilaxia antibiótica adequada após o procedimento em pacientes com risco de infecção de prótese valvar e endocardite. Precauções adicionais para a substituição transeptal de uma bioprótese valvar mitral com falha incluem a presença de dispositivos ou trombos ou outras anormalidades na veia cava, impedindo acesso femoral transvenoso seguro para abordagem transeptal e a presença de um Dispositivo Oclusor de Septo Atrial ou cálcio impedindo acesso transeptal seguro. Cuidados especiais devem ser tomados na substituição da válvula mitral se técnicas de preservação de cordas forem usadas no implante primário para evitar o aprisionamento do aparelho subvalvar. A segurança e a eficácia não foram estabelecidas para pacientes com as seguintes características/comorbidades: anel aórtico não calcificado; disfunção ventricular grave com fração de ejeção < 20%; válvula aórtica unicúspide congênita ou bicúspide congênita; valvopatia aórtica mista (estenose aórtica e regurgitação aórtica com regurgitação aórtica predominante > 3+); prótese de anel preexistente em qualquer posição; calcificação do anel mitral ("MAC") grave; insuficiência mitral grave (> 3+); ou síndrome de Gorlin; discrasias sanguíneas definidas como leucopenia (leucócitos < 3000 células/mL), anemia aguda (Hb < 9 g/dL), trombocitopenia (contagem plaquetária < 50.000 células/mL) ou histórico de diátese ou coagulopatia hemorrágica; cardiomiopatia hipertrófica com ou sem obstrução ("HOCM"); evidência ecocardiográfica de massa intracardíaca, trombo ou vegetação; uma hipersensibilidade ou contraindicação conhecida à aspirina, heparina, ticlopidina (Ticlid) ou clopidogrel (Plavix), ou sensibilidade a meio de contraste que não possa ser adequadamente pré-medicada; doença aórtica significativa, incluindo aneurisma da aorta abdominal ou torácico definido como diâmetro luminal máximo dede 5 cm ou maior, tortuosidade acentuada (curvatura hiperaguda), ateroma do arco aórtico (especialmente se for espesso [> 5 mm], protuberante ou ulcerado) ou estreitamento (especialmente com calcificação e irregularidades da superfície) da aorta abdominal ou torácica, "desdobramento" grave e tortuosidade da aorta torácica; características de acesso que impediriam a colocação segura do conjunto de introdutor eSheath 14F ou 16F da Edwards, como calcificação obstrutiva grave, tortuosidade grave ou diâmetro menor que 5,5 mm ou 6 mm, respectivamente; calcificação excessiva no local de acesso; folhetos volumosos da válvula aórtica calcificados em proximidade a óstios coronarianos; um vazamento paravalvar concomitante em que a bioprótese deficiente não está firmemente fixada no anel nativo, ou não está estruturalmente intacta (por exemplo, fratura da armação de arame); ou um folheto parcialmente descolado da bioprótese deficiente que, na posição aórtica, pode obstruir um óstio coronariano. O gradiente médio residual pode ser maior em uma configuração de THV-em-bioprótese deficiente do que o observado após o implante da válvula dentro de um anel aórtico nativo usando o mesmo tamanho de dispositivo. Pacientes com gradiente médio pós-procedimento elevado devem ser cuidadosamente acompanhados. É importante que o fabricante, o modelo e o tamanho da bioprótese valvar preexistente sejam determinados para que a válvula apropriada possa ser implantada, e seja evitada uma incompatibilidade prótese-paciente. Além disso, devem ser empregadas modalidades de aquisição de imagem pré-procedimento para obter a determinação do diâmetro interno mais precisa possível.

Possíveis Eventos Adversos: Possíveis riscos associados ao procedimento geral, incluindo possíveis complicações de acesso associadas ao cateterismo cardíaco padrão, à valvoplastia por balão, aos possíveis riscos de sedação consciente e/ou anestesia geral e ao uso de angiografia: morte; derrame/ataque isquêmico transitório, cefaleia em salvas ou déficit neurológico; paralisia; deficiência permanente; insuficiência respiratória ou parada respiratória; hemorragia exigindo transfusão ou intervenção; lesão cardiovascular, incluindo perfuração ou dissecção de vasos, ventrículo, átrio, septo, miocárdio ou estruturas valvares que possa necessitar de intervenção; derrame pericárdico ou tamponamento cardíaco; embolização incluindo ar, material de válvula calcificada ou trombo; infecção incluindo septicemia e endocardite; insuficiência cardíaca; infarto dodo miocárdio; insuficiência renal ou falência renal; defeito do sistema de condução que pode exigir um marcapasso permanente; arritmia; sangramento retroperitoneal; fístula arteriovenosa (AV) ou pseudoaneurisma; reoperação; isquemia ou lesão nervosa; restenose; edema pulmonar; derrame pleural; sangramento; anemia; valores laboratoriais anormais (incluindo desequilíbrio eletrolítico); hipertensão ou hipotensão; reação alérgica à anestesia, meios de contraste ou materiais do dispositivo; hematoma; síncope; dor ou alterações no local de acesso; intolerância ao exercício ou fraqueza; inflamação; angina; sopro cardíaco; e febre. Possíveis riscos adicionais associados ao uso da válvula, do sistema de administração e/ou acessórios incluem: parada cardíaca; choque cardiogênico; cirurgia cardíaca de emergência; insuficiência cardíaca ou baixo débito cardíaco; obstrução do fluxo coronariano/distúrbio do fluxo transvalvar; trombose de dispositivo que requer intervenção; trombose valvar; embolização do dispositivo; migração ou mal posicionamento do dispositivo que requer intervenção; obstrução da via de saída do ventrículo esquerdo; implantação de válvula em localização não intencional; estenose valvar; deterioração da válvula estrutural (desgaste, fratura, calcificação, ruptura do folheto/ruptura dos pinos do stent, retração do folheto, ruptura da linha de sutura dos componentes de uma prótese de válvula, espessamento, estenose); degeneração do dispositivo; vazamento paravalvar ou transvalvar; regurgitação valvar; hemólise; danos à válvula mitral; explantes de dispositivos; mediastinite; hemorragia mediastinal; disfunção não estrutural; falha mecânica do sistema de administração e/ou acessórios; e reoperação não emergente.

Crimpador da Edwards

Indicações: O Crimpador da Edwards é indicado para uso na preparação da válvula cardíaca transcateter SAPIEN 3 da Edwards para implante.

Contraindicações: Não há contraindicações conhecidas.

Advertências: Os dispositivos foram projetados, devem ser e são distribuídos somente para uso único. Não re-esterilize nem reutilize estes dispositivos. Não existem dados que garantam a esterilidade, a não-pirogenicidade e a funcionalidade dos dispositivos após o reprocessamento.

Precauções: Para obter considerações especiais associadas ao uso do Crimpador da Edwards antes da implantação da válvula, consulte as Instruções de Uso da válvula cardíaca transcateter SAPIEN 3 da Edwards.

Possíveis Eventos Adversos: Não são conhecidos possíveis eventos adversos associados ao Crimpador da Edwards.

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